Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência - UNICAMP

Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira
Entrevistado: Renan Gianotto de Oliveira
Edição: Lucas Vitor Ferreira

Dando sequência a nossa jornada por entre os programas de residência de Medicina de Emergência brasileiros, saímos de Porto Alegre e vamos para Campinas, São Paulo, conhecer o programa do Hospital de Clínicas da UNICAMP. Será que o sudeste é o teu destino, futuro emergencista?

No episódio de hoje, o Lucas Ferreira, ex-coordenador nacional da Comissão Acadêmica irá entrevistar o Dr. Renan Gianotto de Oliveira, egresso da residência de Medicina de Emergência do HC-UNICAMP.

Cite esse podcast como: IT’S TIME PODCAST: Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência – UNICAMP. Entrevistado: Renan Gianotto de Oliveira. Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira. [S. l.]: Comissão Acadêmica da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, 17 set. 2020. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/0ih1zCeoIxLPkUiMxnKgOo?si=aNRRdPY7T3SPODBOvp3UbA. Acesso em: (data)


Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência - HPS

Entrevistador: Henrique Herpich
Entrevistado: Ana Paula da Rocha Freitas
Edição: Henrique Herpich

Dando sequência a nossa jornada por entre os programas de residência de Medicina de Emergência brasileiros, saímos de Fortaleza, Ceará e voltamos para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, conhecer o programa do Hospital de Pronto Socorro. A residência do HPS foi a primeira residência de Medicina de Emergência do Brasil e hoje apresenta uma história de quase 25 anos. Será que o sul é o teu destino, futuro emergencista?

No episódio de hoje, o Henrique Herpich, coordenador nacional da Comissão Acadêmica irá entrevistar a Dra. Ana Paula da Rocha Freitas, egressa da residência de Medicina de Emergência do Hospital de Pronto Socorro e atual coordenadora do programa.

Cite esse podcast como: IT’S TIME PODCAST: Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência – HPS. Entrevistado: Ana Paula da Rocha Freitas. Entrevistador: Henrique Herpich. [S. l.]: Comissão Acadêmica da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, 03 set. 2020. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/2HhxIvgsHvHpRiRH1JS5yv?si=Xm-p6mHsSLW4tEsU8fuYSg. Acesso em: (data)


Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência - ESP/CE

Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira
Entrevistado: Khalil Feitosa
Edição: Lucas Vitor Ferreira

Dando sequência a nossa jornada por entre os programas de residência de Medicina de Emergência brasileiros, saímos de Porto Alegre e vamos diretamente para Fortaleza, Ceará, conhecer o programa da Escola de Saúde Pública. Será que o nordeste é o teu destino, futuro emergencista?

No episódio de hoje, o Lucas Ferreira, ex-coordenador nacional da Comissão Acadêmica irá entrevistar o Dr. Khalil Feitosa, egresso da residência de Medicina de Emergência da Escola de Saúde Pública do Ceará.

Cite esse podcast como: IT’S TIME PODCAST: Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência – ESP/CE. Entrevistado: Khalil Feitosa. Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira. [S. l.]: Comissão Acadêmica da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, 25 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/4FMm2e3HshUrG19odnjGbt?si=_QKNp7aORU2NVLfx4igBDg. Acesso em: (data)


Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência - HCPA

Entrevistador: Henrique Herpich
Entrevistado: Ian Ward
Edição: Lucas Vitor Ferreira

Dando sequência a nossa jornada por entre os programas de residência de Medicina de Emergência brasileiros, saímos de São Paulo e vamos diretamente para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, conhecer o programa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Será que o sul é o teu destino, futuro emergencista?

No episódio de hoje, o Henrique Herpich, coordenador nacional da Comissão Acadêmica irá entrevistar o Dr. Ian Ward, egresso da residência de Medicina de Emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Cite esse podcast como: IT’S TIME PODCAST: Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência – HCPA. Entrevistado: Ian Ward. Entrevistador: Henrique Herpich. [S. l.]: Comissão Acadêmica da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, 13 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/766uYRvdYlX8MKilnz8U1Y?si=Q5KqyASgRzup-UqBE1QNJw. Acesso em: (data)


Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência - USP

Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira
Entrevistado: Diego Amoroso
Edição: Lucas Vitor Ferreira

Esse é o primeiro episódio da série: “Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência”. Ao longo das próximas semanas iremos passear pelas residências de norte a sul do país, para ajudar você, futuro emergencista, na escolha do programa de residência dos sonhos.

Neste episódio, o Lucas Ferreira, ex-coordenador nacional da Comissão Acadêmica irá entrevistar o Dr. Diego Amoroso, egresso da residência de Medicina de Emergência da Universidade de São Paulo.

Cite esse podcast como: IT’S TIME PODCAST: Conhecendo as Residências de Medicina de Emergência. Entrevistado: Diego Amoroso. Entrevistador: Lucas Vitor Ferreira. [S. l.]: Comissão Acadêmica da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, 29 jul. 2020. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/3PZP58PrIR3FeLMNLCRleX?si=pPVE6yCoQB6dMSBKK7N–w. Acesso em: (data)

 


Oficina Prática de Imobilização e Transporte

Autor: Letícia Lemos Rios Vital
Post Peer Reviewed por: Henrique Herpich

A atividade em questão foi uma oficina prática, na qual após uma breve explanação teórica se seguiu com a simulação realizada por alunos e professor. A atividade teve como principal objetivo praticar com alunos da graduação as técnicas corretas para a imobilização e transporte seguro do paciente, abordando o uso de colar cervical, prancha rígida, imobilização pélvica, rolamento e movimentação do doente.

Para a realização ideal da oficina foi necessário materiais que não são tão fáceis de serem encontrados, a exemplo da cinta pélvica, tendo sido essa a principal dificuldade encontrada para a realização da atividade. O problema foi resolvido com o fornecimento de materiais pessoais e de outras instituições providenciadas pelo professor que ministrou a oficina. Porém, é válido ressaltar que o falta do material em questão não impossibilita a realização da oficina, visto que imobilização pélvica pode ser improvisada com lençol. 

A atividade foi ministrada por professor, bombeiro e médico ortopedista atuante no pré-hospitalar e contou com o auxílio de dois ligantes aptos a ajudarem o professor. O público alvo da oficina foram estudantes de medicina de qualquer semestre da graduação, tendo sido alcançado um público total de 15 estudantes. Ainda nesse contexto é importante elencar que a atividade pode ser estendida para um número maior de estudantes a depender da quantidade de material e do espaço físico.

A atividade foi realizada no laboratório de simulação da faculdade, tendo durado cerca de 2 horas, e necessitou de materiais como: colar cervical de diferentes tamanhos, KED, capacete, ataduras, pranchas rígidas, talas, lençol para imobilização pélvica, manequim e EPI. Além disso, foi muito importante a presença de um grupo de pessoas para que fizessem a simulação, incluindo o papel da vítima.

A oficina iniciou com uma explanação teórica a respeito de como agir diante do politraumatizado visando diminuir morbimortalidade ao manipular o doente, também recebeu foco o reconhecimento de lesões graves, como fratura de pelve, TCE e TRM. Foram abordados temas como a colocação do colar cervical em diferentes posições (decúbito dorsal, decúbito ventral e no carro), retirada de capacete, colocação do KED e retirada do veículo, colocação na prancha rígida, rolamento 90o e 180o e transporte do traumatizado.

Após exposição teórica foi mostrado para o grupo maior na prática como realizar cada etapa. Em seguida os participantes foram divididos em grupos menores para que pudessem praticar e sanar as dúvidas que apareciam durante a realização. Para que a prática se tornasse mais real, levando em conta as diferenças do peso e tônus entre uma pessoa real e o boneco, optou-se pela simulação com os próprios alunos no papel de vítima e não o manequim.

Diante disso, é interessante ressaltar que a prática foi muito enriquecedora, pois se tratou de uma atividade com um grupo pequeno, possibilitando que todos praticassem e tirassem suas dúvidas que surgiam ao longo da aula e também da prática. Além disso, por ter abrangido alunos de qualquer período, muitos tiveram o contato inicial com condutas do APH na oficina e puderam aprender como manipular de forma segura o doente para que não piorem lesões, bem como reconhecer tais lesões.

“Participar da oficina prática de imobilização e transporte foi muito interessante porque podemos ter contato com partes da prática que não vemos tão bem durante a faculdade, como o uso da cinta pélvica, já que na minha faculdade não tem, então só aprendíamos a usá-la na teoria e não na prática. Como ligante e estudante acabei assumindo dois papeis: o de auxiliar o professor, mas também de aprender o que ainda não sabia, assim, foi muito proveitoso para a fixação dos conhecimentos. “
(Marinna Karla da Cunha Lima Viana – Ligante LAUET PB)


Conheça a Liga:

LAUET – Liga Acadêmica de Urgência, Emergência e Trauma (@lauetpb)
Centro Universitário de João Pessoa (Unipê)
João Pessoa/PB

Cite esse post como: VITAL, L. L. R. Oficina Prática de Imobilização e Transporte. Ligas em Foco, Comissão Acadêmica da ABRAMEDE, mai/2021. Disponível em: https://abramede.com.br/oficina-pratica-de-imobilizacao-e-transporte/


Conexão Emergência: conectando futuros emergencistas durante a pandemia

Autor: Gabriel Dias de Oliveira
Post Peer Reviewed por: Henrique Herpich

O “Conexão Emergência” foi um projeto desenvolvido pela LEMT – Liga Acadêmica de Emergências Médicas e Trauma da Universidade Federal de Pelotas. Nosso projeto teve como objetivo encurtar distâncias e promover o encontro de todos aqueles apaixonados por Medicina de Emergência para estudar e se atualizar na área durante o início da pandemia de COVID-19.

O projeto foi desenvolvido ao longo de doze semanas, com início Maio de 2020. Os encontros eram gratuitos e amplamente divulgados através das redes socias da LEMT e dos ligantes. A cada semana, os encontros aconteciam via Google Meet e um tema previamente estabelecido era divulgado. A fim de nortear a discussão, um (a) palestrante, de preferência emergencista, era convidado e detinha um espaço com cerca de 01 hora e 30 minutos para desenvolver a sua atividade.

Todos os 24 membros da LEMT faziam parte da equipe. As semanas foram divididas entre duplas que ficavam responsáveis por escolher o palestrante e prestar suporte até o dia da aula. A fim de estimular a autonomia dos membros, a dupla organizadora tinha liberdade de escolher o convidado, o formato (caso clínico ou aula expositiva), apresentar o convidado e repassar as perguntas ao final da aula.

Utilizamos como recursos: redes sociais da LEMT, Google Forms para receber os contatos dos interessados, MailChimp para enviar os links das aulas e o Google Meet para realizar os encontros. Na primeira semana realizamos a aula através do StreamYard com transmissão para o YouTube, porém tivemos alguns problemas técnicos e a partir de então optamos por manter os encontros no Google Meet e sem gravação dos mesmos.

Como dificuldades, além desse problema técnico na primeira aula, demoramos a decidir por manter as aulas no Google Meet. A plataforma Zoom nos trazia muitos benefícios, porém não tínhamos recursos para utilizar a versão paga o que acabou inviabilizado essa ferramenta. Além disso, foi difícil manter as aulas no mesmo dia da semana pois cada convidado tinha um dia livre diferente na semana e acreditamos que isso tenha influenciado no público de algumas aulas.

Como pontos positivos, tivemos a oportunidade de ter aulas incríveis, com professores (as) a milhares de quilômetros de distância e que jamais teríamos oportunidade de trazê-los a um congresso ou uma aula presencial por exemplo. Além disso, abordamos temas como POCUS, abordagem ao grande queimado, IRpA por COVID-19, radiologia aplicada a emergência, ventilação mecânica e muito mais.

Ademais, tivemos a presença de participantes do Brasil, da Argentina, do Paraguai e da Bolívia, mostrando que tais iniciativas promovem além de tudo um intercâmbio cultural. E o principal de tudo: a nossa Liga se manteu forte, unida e ativa levando a paixão pela Medicina de Emergência para muita gente! Incentivamos você a também fazer parte dessa iniciativa! Quer saber mais? Pode entrar em contato com a gente:


Conheça a Liga:

LEMT – Liga Acadêmica de Emergência Médica e Trauma (@lemtufpel)
Universidade Federal de Pelotas
Pelotas/RS

Cite esse post como: OLIVEIRA, G. D. Conexão Emergência: conectando futuros emergencistas durante a pandemia“. Ligas em Foco, Comissão Acadêmica da ABRAMEDE, mai/2021. Disponível em: https://abramede.com.br/conexao-emergencia-conectando-futuros-emergencistas-durante-a-pandemia/


Ligas de Emergência: socorrendo a graduação!

Autor: Henrique Herpich
Post Peer Reviewed por: Ana Carolina Sampaio Freire

Há pouco dias completamos 11 anos da escrita da “Carta de Porto Alegre”, um documento histórico que pontuava a situação deplorável vivenciada nos departamentos de emergências e sugeria pontos de saída para essa crise. Ao lado da sugestão urgente de oficialização da Medicina de Emergência como especialidade médica e da criação por todo país de programas de residências, está também a necessidade de incentivo à criação da Disciplina de Medicina de Emergência em todos os cursos de graduação de medicina do país.

É verdade que avançamos muito desde então. Em 2016, a Medicina de Emergência finalmente virou especialidade médica e pulamos de apenas dois programas de residência para mais de quarenta programas na atualidade. Entretanto, a que ponto avançamos em nossas universidades?

A realidade é que a imensa maioria de nossas escolas médicas ainda é insuficiente, e muito, no ensino formal da medicina de emergência. Não abordando, em nossas universidades, o que a Medicina de Emergência é de fato, roubaremos de quantos estudantes o sonho de ser um emergencista?! Quantos “emergencistas” existem escondidos em outras especialidades, seja ela cardiologia, medicina intensiva, cirurgia geral, ou qualquer outra, porque não tiveram a oportunidade e o suporte para conhecer e acreditar na Medicina de Emergência?

Em contrapartida a toda essa triste realidade, as ligas de emergência se empenham em meios de suprir esse vazio, fornecendo maneiras de levar a emoção da sala vermelha para dentro do campus universitário. Muito mais do que discutir e aprender emergência, elas almejam a divulgação de uma realidade que infelizmente ainda é desconhecida por muitos acadêmicos: pode-se ser feliz na medicina de emergência e esse pode ser um dos lugares mais incríveis para se trabalhar.

Da mesma forma que grande parte das atividades no meio acadêmico, as ligas trabalham sustentadas por três grandes eixos de atuação: ensino, pesquisa e extensão.

No campo do ensino, são muitas as atividades que visam preencher as lacunas deixadas pelo currículo e aprofundar assuntos pertinentes no atendimento do paciente crítico. Seja por meio de simulações realísticas, explorando não apenas o conhecimento técnico, mas também o manejo emocional e a preparação psicológica necessária para a atuação em emergências, seja pela integração e imersão via simulação nos próprios departamentos de emergência, atuando lado a lado com emergencistas de profissão. Seja por meio treinamentos internos muitas vezes organizados por membros mais experientes e que abordam habilidades fundamentais para atuação na sala de emergência, seja explorando a riqueza e a diversidade das subespecialidades da Medicina de Emergência.

Além disso, no campo da pesquisa, as ligas representam um excelente meio de introdução e estímulo à medicina baseada em evidências, tão importante nos dias de hoje. O estímulo ao desenvolvimento e participação em trabalhos científicos desde cedo colabora tanto para o fortalecimento e o crescimento da pesquisa em medicina de emergência, ainda tímida em nosso país, quanto para descobertas que podem repercutir de forma significativa no cuidado do paciente grave.

Já no campo da extensão, é a hora de compartilhar com a sociedade o que esses aspirantes a emergencistas estão aprendendo dentro das universidades. São inúmeros os eventos sobre Primeiros Socorros e Reanimação Cardiopulmonar organizados por ligas de norte a sul do país e que juntas estão colaborando para a diminuição de mortes evitáveis e para a propagação de conhecimentos básicos de primeiros socorros para a população.

E não se enganem achando que pandemia de COVID-19 conseguiu frear o espírito emergencista desses jovens. A impossibilidade de eventos presenciais se tornou em uma grande oportunidade de expandir fronteiras no mundo online. Seja através de cursos que propiciaram uma verdadeira conexão entre os estudantes interessados por emergência, seja se mantendo perto da sociedade com cursos online de primeiros socorros.

Esses são apenas alguns dos projetos que vêm sendo desenvolvidos por diversas ligas em nosso país e vêm colocando em discussão a nossa mais nova especialidade médica.

Agora, se não existe uma liga de emergência em sua universidade, não se desespere. Essa é a melhor oportunidade que você poderia ter para começar uma. Sabendo da dificuldade de dar o primeiro passo, a Comissão Acadêmica da ABRAMEDE disponibiliza um passo a passo para a fundação de uma liga acadêmica, apresenta um estatuto modelo e se coloca à disposição para toda assessoria necessária nessa jornada. Click aqui para acessar a aba “Como fundar sua liga acadêmica”

Para as ligas de emergências já consolidas, a Comissão Acadêmica criou o Programa de Filiação de Ligas, possibilitando uma maior aproximação e auxílio da ABRAMEDE para com esses estudantes. Independente da sua trajetória, ao participar de uma liga de medicina de emergência, você deve tentar tirar o máximo dessa experiência. Separei para vocês algumas dicas para potencializar a atuação em ligas de emergência:

  • Estabeleça metas e seja organizado. A chave para todos os grupos de sucesso é ser organizado. Isso inclui a realização de reuniões regulares e a escolha das metas e objetivos para o ano letivo. Esse planejamento ajudará a prevenir conflitos, porque o ano letivo normalmente fica agitado e exigente ao longo das semanas.
  • Estimule treinamentos e workshops. Não há nada melhor e nem forma mais eficiente de aprender do que pondo a mão na massa. Treinamentos de procedimentos, ECG, US Point of Care, simulações, além de contribuírem para o conhecimento dos membros, tendem a aumentar a integração e comprometimento do grupo.
  • Explore a Medicina de Emergência e suas subespecialidades. Conheça a fundo o mindset do médico emergencista e como as coisas funcionam em um departamento de emergência. Aproveite para estimular o pensamento fora da caixa com subespecialidades como medicina de áreas remotas, ultrassonografia, medicina de desastres, toxicologia, entre outras.
  • Invista no networking local. Não há nada mais vantajoso do que se aproximar de quem também gosta do mesmo assunto. Procure os programas de residências em Medicina de Emergência próximos a sua universidade, conheça os residentes e os preceptores. Eles serão grandes parceiros para eventos e inclusive projetos de pesquisa.
  • Assuma posições de lideranças. Há quem diga, inclusive, que o emergencista é líder por natureza. Verdade ou não, assumir posições de lideranças irá contribuir de forma avassaladora em sua formação acadêmica e irá possibilitar uma infinidade de oportunidades para crescimento pessoal e profissional.

De norte a sul do país, já são mais de 100 ligas de emergência lutando, junto com a Comissão Acadêmica e a ABRAMEDE, pela divulgação e fortalecimento da Medicina de Emergência dentro do meio acadêmico. Tendo isso em mente, criamos o Projeto Ligas em Foco, um espaço das ligas e para as ligas. Nosso objeto é dar aos estudantes a oportunidade de compartilhar seus sucessos e experiências e desenvolver um portal de acesso aberto com recursos relacionados ao desenvolvimento das Ligas de Emergência. Acesse aqui para conhecer os posts mais recentes de ligas colaboradoras e para saber como você também pode contribuir.

A trajetória é longa e temos muito desafios pela frente. Mas não estamos sozinhos, em cada universidade, em cada turma, sempre tem um futuro emergencista só esperando encontrar o seu caminho.

Cite esse post como: HERPICH, H. Ligas de Emergência: socorrendo a graduação. Ligas em Foco, Comissão Acadêmica da ABRAMEDE, jun/2021. Disponível em: https://abramede.com.br/ligas-de-emergencia-socorrendo-a-graduacao/